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#FreteAbusivoNão

Por causa da sua ajuda, o Mercado Livre conseguiu uma liminar contra a imposição do aumento abusivo do frete pelos Correios, que aconteceria na terça-feira, 6 de março. Mas esse é só o primeiro passo, precisamos continuar com força total para que a decisão seja definitiva e que esse engajamento ajude outras empresas de e-commerce.

Relembre o caso:

Para o dia 6 de março, os Correios estão preparando uma entrega que ninguém quer receber: um aumento abusivo no frete que pode chegar a até 51% para compras e vendas realizadas pela internet, impactando um dos poucos setores que registram crescimento contínuo, ano após ano, no Brasil – o comércio eletrônico.
Mas se a inflação do último ano foi em torno de 3%, como pode o aumento da taxa de entrega chegar a ser até dezessete vezes maior? Para dar uma ideia do abuso, este aumento fará o frete brasileiro ser 42% mais caro do que o da Argentina, 160% mais caro do que do México e 282% mais caro do que o da Colômbia (países em que o Mercado Livre também opera).

Veja exemplos do reajuste

De uma forma geral, esse reajuste vai resultar em um aumento médio de 29% no custo do frete.

Por que o reajuste abusivo vai prejudicar principalmente o pequeno e médio empreendedor?

E os impactos para o consumidor?

Você lembra do fim do e-Sedex?

Esta não é a primeira vez que os Correios impõem condições desfavoráveis aos usuários do comércio eletrônico. Em 2017, a companhia descontinuou a modalidade e-Sedex, que permitia entrega rápida a um preço acessível, restando apenas as opções menos atrativas para o consumidor final.
Ao escolher repassar os custos da sua ineficiência operacional, os Correios – líder na entrega de encomendas no e-commerce – figuram como principal responsável por prejudicar significativamente a evolução do segmento. Um retrocesso que impacta diretamente os pequenos e médios empreendedores, importante fonte geradora de empregos no Brasil. Só no Mercado Livre, mais de 110 mil famílias têm as vendas no marketplace como sua principal fonte de renda. Além disso, essa medida vai prejudicar os mais de 50 milhões de consumidores que compram online no Brasil – principalmente aqueles que vivem em áreas distantes dos grandes centros. Para eles, o comércio eletrônico é muito mais do que uma comodidade. É uma necessidade.
Se o número de pessoas atingidas é grande, o barulho também deve ser. Utilize a hashtag #FreteAbusivoNão em suas redes sociais. Espalhe no Facebook, Twitter, Whatsapp. Conte aos seus familiares e amigos. Apenas mostrando a insatisfação é possível pressionar os Correios a voltarem atrás neste aumento abusivo.
Afinal, um comércio livre na internet só pode acontecer se o frete for justo. #FreteAbusivoNão