O movimento maker está criando um novo comportamento de compra

Na era do “faça você mesmo”, o cliente quer customizar os seus produtos ao longo da jornada do consumidor

O movimento maker existe desde 2005 quando foi lançada a revista Make Magazine nos Estados Unidos. Mas, na prática, já existe há muito mais tempo, tornando a lógica do “faça você mesmo” um fenômeno tecnológico e coletivo. Os makers materializam as trocas que acontecem naturalmente no ambiente virtual, construindo de forma colaborativa novas linguagens estéticas, habilidades, ferramentas, produtos, serviços e novas formas de interagir com o mundo.

Na era da colaboração, o cliente não quer apenas comprar um produto. Ele quer fazer parte do processo, personalizando o item de acordo com as suas necessidades. Esse é o “consumidor maker”.

Transformar esse novo comportamento em um modelo de negócio inserindo o comprador no processo de produção é o que propõe o conceito de “customização em massa”, adotada por marcas como a Dell – que permite ao usuário configurar o computador que deseja comprar direto no site – e a Korova – que oferece a oportunidade de customizar moletons e camisetas vendidos pelo site e em lojas físicas.

Permitir que o consumidor personalize o item que ele está comprando, seja um computador, uma camiseta, um copo ou uma capinha de celular, o coloca numa posição ativa do processo de produção, gerando valor para a experiência de compra. Para Gabriela Agustini, criadora do Olabi Makerspace, “o empreendedor que perceber as oportunidades desse momento maker e procurar se inserir nessa transformação tem mais chance de sucesso”.

 

Quer saber mais sobre o movimento maker? Não perca a palestra da Gabriela Agustini no Mercado Livre Experience 2017. O evento acontece no dia 02 de setembro, no São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo. Inscreva-se: http://www.mercadolivreexperience.com.br
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